terça-feira, junho 29, 2010

... mas afinal quando vens?!...

... tenho tantas, mas tantas saudades tuas!!! Sinto tanto, mas tanto a tua falta!!!... Sabes que levaste um pedaço de mim quando foste embora? Sabes, não sabes?... Nesse dia fiquei mais triste! Mais só! Desamparada!... Nesse dia senti-me abandonada... Sim, eu sei! São coisas da Vida! Que assim tem de ser... Que  queres voltar... Mas tenho receio que me esqueças (tonta! Podes dizer...)... As notícias são cada vez mais escassas e rápidas. Parecem telegramas. Não gosto. Tenho saudades das horas de palheta, de te ouvir, de te ver, rir (gosto tanto do teu riso)... Gostava de poder estar contigo agora, neste preciso momento. Gostava de poder estalar os dedos e abraçar-te... Tenho tantas coisas para te contar. Não são propriamente novidades. Pelos menos para ti que já adivinhavas o que se seguiria, o que eu já sentia e teimava em dizer que não, que eram fantasias dessa tua linda cabecinha... Conheces-me... Ai como foram bons aqueles dias no frio... Espero poder voltar. E desta sei que terei companhia... Sim, também já sei das novidades... Fico muito feliz por ti!... Vais ver que correrá tudo bem... Mas espero que venhas antes. Não aguentarei até lá... Beijos muitos e grandes, barulhentos e repenicados no meio de um imenso, longo e eterno abraço... Adoro-te...

... gosto Tanto!!!...

... hoje não me apetece...

... não me apetece existir!... Hoje estou francamente irritada com tudo e com todos. Há dias em que o Mundo, a Vida parece conspirar contra nós... É claro que é mais fácil culpar o Mundo, a Vida, o simples facto de ser  Mulher (não que eu quisesse de ser homem!). Mas o facto é que hoje houve uma parte de mim que se deixou, como aliás devia ter sido toda, ficar na cama... Estou farta de ser esta foca amestrada,  neste Circo Patético que é o Mundo, sempre pronta a fazer todos e mais alguns truques em troca de uma mísera sardinha mole e, claro, a aprovação do meu domador... Sempre, sempre em busca da aprovação... Apetece-me "vestir" um grande cartaz a dizer: ENCERRADA PARA BALANÇO...

Flores

Ramos
E ramos...
Outras perdidas
Aqui e ali.
No meio da confusão.
A cortejar,
A desculpar,
A agradar...

Todas sem sucesso!

Curiosos

Mas quem será?!
Como será?!
Será novo?!
Será velho?!
Louro?! Moreno?!
Alto, baixo,
Gordo, magro?!!!
O que fará?!
De onde virá?!
Onde estará?!
Onde, como, quando?!!!

Rio-me,
Levo o dedo
Junto aos lábios
E digo: "Shhhhhhh
É segredo!"
O meu segredo...

Countdown

Todas as noites,
Em meus sonhos,
Teus lábios beijo.
Todos os dias
Acordada te sonho...
Com saudade lembro
A tua pele macia,
O teu cheiro doce
E ansiosa
O calendário olho
Contando os dias
Para de novo
Te ter!

"... Só não se perca ao entrar..."



"Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular"

"...Vai Saber?..."

Ringtones

"Não vá pensando que determinou
Sobre o que só o amor pode saber

Só porque disse que não me quer
Não quer dizer que não vá querer

Pois tudo o que se sabe do amor
É que ele gosta muito de mudar
E pode aparecer onde ninguém ousaria supor

Só porque disse que de mim não pode gostar
Não quer dizer que não tenha do que duvidar
Pensando bem, pode mesmo
Chegar a se arrepender
E pode ser então que seja tarde demais
Vai saber?

Não vá pensando que determinou
Sobre o que só o amor pode saber

Só porque disse que não me quer
Não quer dizer que não vá querer

Pois tudo o que se sabe do amor
É que ele gosta muito de se dar
E pode aparecer onde ninguém ousaria se pôr

Só porque disse que de mim não pode gostar
Não quer dizer que não tenha o que considerar
Pensando bem, pode mesmo
Chegar a se arrepender
E pode ser então que seja tarde demais

Vai saber?
Vai saber?
Vai saber?

Não vá pensando que determinou
Sobre o que só o amor pode saber

Só porque disse que não me quer
Não quer dizer que não vá querer

Pois tudo o que se sabe do amor
É que ele gosta muito de jogar
E pode aparecer onde ninguém ousaria supor

Só porque disse que de mim não pode gostar
Não quer dizer que não venha a reconsiderar
Pensando bem, pode mesmo
Chegar a se arrepender
E pode ser então que seja tarde demais"

segunda-feira, junho 28, 2010

Será demais?!

Porque tudo
O que quero
É um Amor
Tranquilo,
Sereno,
Puro,
Sincero...

não Quero,
não Preciso
que Morras
Por Mim!

Apenas que
Me sorrias,
Me abraces,
Me confortes...

... adorei...

"(...) CARTA A ANA OLÍMPIA

Paris, Dezembro de 1872

Minha doce Princesa,

É Dezembro em Paris. Era já Dezembro quando parti de Luanda deixando para trás o esplendor do teu olhar. E há-de ainda ser Dezembro depois que terminar o mês, e a seguir virá Dezembro e o Inverno, e novamente Dezembro e sempre assim, até que de novo eu retorne à Estação do Sol, que é em toda a parte todo o instante que o teu olhar ilumina.
Faz Dezembro em Paris. Após três semanas de neve e frio as águas do Sena degelaram, engrossaram, e como uma imensa jibóia enfurecida - será talvez Muene-Zambi-dia-Menha, a divindade das águas de que tanto me falaste - o rio saltou sobre a cidade atropelando as pontes, arrancando árvores, atacando casa,s prédios e monumentos nacionais.
O nevoeiro cobre tudo como uma noite branca. Em pleno meio-dia as carruagens circulam com as lanternas acesas, enquanto nas esquinas grupos de polícias, segurando tochas, indicam o caminho aos pobres náufragos. Junto do Arco do Triunfo, onde se reúnem doze avenidas, foram acesas altas fogueiras, mas a mais de duzentos metros já ninguém as vê. Os cocheiros perdem-se na bruma e vagueiam pela cidade como assombrações, com os passageiros aos uivos e os cavalos enlouquecidos, havendo casos de carros que caíram ao rio e de outros que se esmagaram contra árvores ou edifícios.
Nesta cidade assim anoitecida é a memória da tua luz que me guia e conforta. Vejo-te, constantemente te vejo, como pela primeira vez te vi, rondando belíssima nas voltas da rebita ou meditando gravemente na Muxima, sozinha na capela, enquanto lá fora o rio imóvel sob o largo sol, a paisagem solene, o céu sem mácula, pareciam em silêncio meditar contigo. Vejo-te depois atravessando a galope a Praia dos Veados. Vejo-te rir ao longe e o teu riso chega até mim traduzido pela brisa, salgado e fresco, húmido e forte, e eu volto a sentir, como então senti, a viva presença da Vida.
Quando me perguntaste, respirando exausta o mesmo ar que eu - e agora? - não soube o que responder. Três meses mais tarde ainda não conheço a resposta. Fui nómada a vida inteira. Atravessei metade do mundo, desde Chicago até à Palestina, desde a Islândia até ao Sahara e nunca soube que nome dar a essa errância aflita. Hoje sei que estava à tua procura. Sei que ao deixar Luanda fez-se Dezembro e que desde então o Inverno ronda como um lobo esfomeado à minha volta.
Pretende Darwin que os homens descendem do macaco e na maior parte dos casos será assim - foram descendo. Creio porém, que com a minha família aconteceu o inverso, e ela se foi erguendo desde esse símio original até ao rude lusitano. Veio depois Afonso Henriques, vieram gerações de marinheiros e navegantes, os Açores foram descobertos e povoados, e nasci eu. De toda esta gesta oceânica resta-me um primo, o Louco André, que há vários anos comanda nos mares do norte um brigue aparelhado para a difícil pesca ao bacalhau.
Viajei com ele no Outono de 1850 (agrada-me pensar que quando nasceste eu atravessava o rumor branco dos mares da Gronelândia) e tive então oportunidade de lhe conhecer a alma, desenvolvida à media e semelhança da natureza generosa e pura. Uma noite, já não sei a propósito de que brutalidade ou injustiça, explodiu um motim a bordo e os marinheiros amarraram-no e tomaram o comando do navio. Enquanto decidiam o que fazer com ele - as opiniões dividiam-se entre lançá-lo ao mar ou dar-lhe uma sova - pousaram-no na amurada. A discussão foi-se arrastando até que por fim André soltou um grande brado: «Ou para dentro ou para fora, malandragem! Aqui é que não que já me doem as costas!»
Queres saber, amor, porque te conto este episódio? Porque, como ao meu primo André, inquieta-me menos o meu destino do que esta absurda espera. Escreve, diz-me o que decidiste. Condena-me ao Inverno ou salva-me dele.
Teu,

Fradique

P.S.
Os marinheiros puxaram André para dentro, desamarram-no e ele retomou o comando do navio. Nenhum foi castigado. (...)"

José Eduardo Agualusa
in "Nação Crioula"

quinta-feira, junho 24, 2010

quarta-feira, junho 23, 2010

... e depois...

... há manhãs assim... em que não me apetece... mesmo nada!!!... Gostava de poder ficar aqui deitada a olhar o céu pela janela. Hoje está azul. Muito... Gostava que viesses. Que de mansinho, quase sem eu dar conta, te aninhasses a meu lado. Gostava de te deitar no meu peito, te fazer festas no cabelo e ficar ali, contigo, os dois, sem dizer nada, sem fazer nada... apenas a olhar o céu... azul...

terça-feira, junho 22, 2010

...

... é estranho como a paisagem muda quando te obrigam a abrandar...

... e se...

... tivesses tido uma bola de cristal onde pudesses ter previsto o futuro? Mudavas alguma coisa???... provavelmente tudo, já que foram só asneiras... ou talvez não... com essa teimosia, a mania que podes mudar tudo e todos, o mundo, farias tudo de novo... mas talvez com mais cautela, mais tacto, pensas que terias feito de maneira diferente, de modo a não magoar ninguém... bullshit!!! Se há coisa que não consegues controlar é essa tua maneira exagerada e caótica de sentires o mundo. Levas tudo a peito e de tudo fazes um cavalo de batalha, como se a tua vida disso dependesse... Enfrentas o mundo de peito aberto, dentes cerrados, garras afiadas e não tens medo de nada. Nada te quebra. Nada te pode quebrar. Tu tens tudo estudado, delineado até ao último detalhe, até ao último sentimento... e não choras, não amas... BULLSHIT!!!

segunda-feira, junho 21, 2010

"... I'm on the pursuit of happiness... "

"... and I know everything that shine ain't always gonna be gold, I'll be fine once I get it, I'll be good..."

sexta-feira, junho 18, 2010

... e porque esperava antes...

... que me desse o ombro, me sentasse no colo, me afagasse os cabelos, me limpasse as lágrimas... me perguntasse como tinha sido, como me tinha sentido, como me sentia... confesso, agora mais calma e passada a primeira reacção do "quem julgas que és para te chateares?! com que direito?!", confesso que... preferi assim... BUH!!!

quinta-feira, junho 17, 2010

... breathtaking...


"You've got your ball you've got your chain tied to me tight tie me up again who's got their claws in you my friend Into your heart I'll beat again Sweet like candy to my soul Sweet you rock and sweet you roll Lost for you I'm so lost for you You come crash into me And I come into you I come into you In a boys dream In a boys dream Touch your lips just so I know In your eyes, love, it glows so I'm bare boned and crazy for you When you come crash into me, baby And I come into you In a boys dream In a boys dream If I've gone overboard Then I'm begging you to forgive me in my haste When I'm holding you so girl close to me Oh and you come crash into me, baby And I come into you Hike up your skirt a little more and show the world to me Hike up your skirt a little more and show your world to me In a boys dream.. In a boys dream Oh I watch you there through the window And I stare at you You wear nothing but you wear it so well tied up and twisted the way I'd like to be For you, for me, come crash into me"

quarta-feira, junho 16, 2010

... e agora que...

... se acabaram as desculpas?... primeiro era porque estava com ele, depois era porque estava sem ele. Depois era porque não tinha o meu canto, tu, o trabalho, agora... agora nada. Já não estou com ele, já me é indiferente. Já tenho o meu canto (or getting there), tu estás aí, o trabalho acalmou (espero)... agora já não tenho desculpa... hum... é-me mais fácil viver para os outros...

segunda-feira, junho 14, 2010

... e porque...

... temos de passar nós próprios pelas situações... as experiências, a vida não podem apenas ser contas, temos de as viver, temos de sentir na pele como são, mesmo que signifique dar uma grande queda, bater com a cabeça na parede... sofrer... assim temos a certeza convicta daquilo que sentimos, daquilo que queremos, daquilo que somos... é bom ser curioso, experimentar, querer saber tudo, ir mais além... o complicado é gerir essa curiosidade, é não magoar quem nos rodeia, quem faz parte de nós... não é fácil! A vida não é fácil!... sim, ninguém disse que era e por vezes damos por nós a pensar que seria muito melhor se tivéssemos um botão para ligar e desligar, principalmente os sentimentos (ui!), mas se o tivéssemos... não se chamaria Vida, não se chamaria Viver...

... eu... confesso...

Eu confesso
Diante de tudo e todos,
Perante o Mundo...

Eu me confesso
Estupidamente
Loucamente
Apaixonada por ti!

Eu me confesso
Apaixonada pelos
Teus lindos olhos verdes
Que me seduzem,
 Pelo teu cheiro doce
Que me acalma,
 Pela tua pela macia,
Pelo calor do teu corpo
Que me confortam...

Pela tua boca,
Pela tua língua,
Pelas tuas mãos
Que sabem exactamente
O que fazer
E me põem doida...

Pela tua inteligência,
Pela tua sensibilidade
Que me fascinam...
Por ti,
Por seres tu,
Por seres humano,
Por rires,
Por chorares,
Por existires...

Eu, aqui e agora,
Me confesso
Perdidamente,
Irremediavelmente
Apaixonada por ti!!!

... to tell or...

... not?... é difícil saber, quando as regras do jogo não estão definidas, quando de repente o silêncio se instala, quando no fundo sabes que podes fazer o que te dá vontade, porque o outro também o faz, mas... não sabes se deves, porque afinal de contas não tens a certeza até onde podes ir, até onde o outro vai... mas vais e vais até ao fim e vais porque, acima de tudo, queres saber se és capaz e... é mau, muito mau... não paraste de pensar um minuto, de fazer comparações, de desejar que fosse outro que estivesse ali... arrependes-te e queres voltar atrás, queres apagar aquele momento de estupidez que nada significou, que foi só... nada, zero... e naquele momento deste por ti com uma vontade imensa de largar tudo, apanhar um avião, atravessar um oceano, um continente e entregares-te nos braços de quem tu...

domingo, junho 13, 2010

...

... tenho saudades... sinto falta, muita... do meu refúgio...

Saudades

Quantas vezes
Precisarei eu te dizer
Que sinto a tua falta?
Do teu corpo,
Do teu cheiro,
De como quando
Me abraças tudo
O resto desaparece...

Quantas vezes
Precisarei eu te dizer
Que gosto de ti? Muito.
Que te adoro,
Que te quero,
Que te desejo,
Que te sonho...

Quantas vezes terei eu
Que te ver partir?

Insónia

Do silêncio,
Vem o matutar.
Do matutar,
Vem a insónia...

Crio mil um cenários,
Mil e uma suposições,
Mil e uma desculpas...

Com um simples beijo,
Volto ao sono...
Ao sonho...

... e tudo é mais fácil...

... quando não somos constantes alvos de críticas e avaliações... Quando em nós acreditam. Quando nos deixam apenas ser. Quando nos deixam dar asas à imaginação. ... E com um pouco amor, carinho e uma pitada de pózinhos perlimpimpim nos criamos... Se o primeiro e de despedida foi bom, o segundo e de boas-vindas foi melhor ainda... o ingrediente secreto?... liberdade...

sábado, junho 12, 2010

"... I guess my baby's found somebody new..."

"... I'm gonna walk up to his gate See if we can't get this thing straight Cause I want him And I'm gonna have him Say is you is, or is you ain't my baby The way you're acting lately, it makes me doubt You is still my baby, baby But it seems like my flame in your heart, done gone out..."

quinta-feira, junho 10, 2010

... e é tudo...

... uma questão de pele, de cheiro e às tantas aquele que te parecia tão familiar e que gostavas, de repente arrepia-te dos pés à cabeça agoniando-te de tal forma que só te apetece fugir. E porquê? Não sabes bem. Talvez seja porque tens os sentidos mais apurados, já que deixas-te de fumar e tudo tem outro sabor, ou, porque simplesmente um dia acordaste e te olhaste ao espelho e percebeste que chegara a hora de dares uma segunda oportunidade. Mas desta a ti própria, à mulher que te tornaste. E então agarras em ti e nos teus tarecos e corres. Corres sem olhar para trás, corres até já não poderes mais. Até ao desespero. Ficas cansada, exausta, com as defesas em baixo. Estás mais sensível que nunca. Começas a ver, a sentir tudo de uma outra forma. Ao princípio estranhas, porque não estás habituada a tanta cor, tanto som, tanto cheiro e dás por ti completamente perdida neste novo mundo, sem saberes como assimilar tanta informação, mas não paras. Continuas. Queres mais. Sempre mais... Descobres que também os outros merecem uma segunda oportunidade... Descobres uma nova pele, um novo cheiro...

quarta-feira, junho 09, 2010

... e de repente...

... dei por mim de nariz no ar tal e qual um perdigueiro a farejar. Mas que cheiro era aquele? De onde vinha? Sentei-me, fechei os olhos... era cada vez mais intenso, indescritível... perturbador. Entrava em mim, sem pedir licença, despertando cada pedaço do meu adormecido corpo, recordando-me de sensações há muito esquecidas... percebi... assustei-me e fiquei quieta. Muito quieta...

domingo, junho 06, 2010

... simplesmente...

... delicioso, maravilhoso, apaixonante... apaixonada...

... e porque a Vida acontece...

... vi-me obrigada a aproximar-me de uma pessoa de quem francamente não gostava e sempre vi como uma criatura extremamente arrogante e antipática! Lá baixei a guarda e deixei que se mostrasse e ... surpresa das surpresas... é uma pessoa super inteligente, com valores e em tudo somos iguais. Gostamos dos mesmos livros, filmes, músicas, viagens, comida, partilhamos a dificuldade das manhãs e o fascínio da noite, enfim... é como se me olhasse ao espelho... a minha questão é: serei eu altamente narcisista por me sentir absolutamente fascinada por alguém igual a mim???...

... porque simplesmente adoro...

... e confesso que...

... porque hoje o vi...

... e me lembrei de ti... miss u so...

... não há volta a dar...

... o que me seduz, o que me faz vibrar... é a inteligência com alma de artista...

quinta-feira, junho 03, 2010

... e fez-se luz... again...

... foi o desespero, uma necessidade de fuga imediata, um não aguento mais, que me fez ceder... sim. Tens razão. Deveria ter sido mais forte, mas não estavas e não tinha mais para onde fugir... tenho saudades do teu colo...