segunda-feira, novembro 29, 2010

... miss this...

... like hell...

@inspire me



... miss u... too much...

Estou triste

O meu Amor partiu.
O meu leito,
O meu corpo,
Abandonou...

... the only...

...

... dão-nos a mão, beijam-nos sem pudor, levam-nos a jantar... mas sempre que tentamos entrar no seu mundo aparece o bicho papão: Privacidade... abrimos as portas, as janelas, tudo do nosso, porque os queremos, deles gostamos, muito (!) e a eles nos queremos dar... é caso para dizer que têm o "rabo preso", não?...hum, aqui há gato, ou melhor... gata (!)...

sexta-feira, novembro 26, 2010

... era tudo o queria...

... para amanhã, mas não me deixam... buuuuuuuuuuuuuááááááááááááááá!!!...

... desde ontem...

... desde a nossa conversa, que esta música que não me sai da cabeça... "Tens que largar a mão, P'ra eu sair de pé (...)"...


"Tens que largar a mão
P'ra eu sair de pé
Sou o teu anjo e não me vês
Na parte calma do que és

Tens que largar a mão
E sair de pé
Sou o teu anjo a procurar
A parte quente do que vês

Mas há portas por fechar
Com o chumbo a prender
É mais forte do que quero acreditar
E se tudo vai com o vento a escorrer
Não sou eu quem vai lutar agora

Se eu não for quem vai ser
Se eu não for quem vai
Ter o teu melhor
Se eu não for quem vai seguir a tua mão
E levar-te com o sol
Eu sei

Vais aprender a olhar quando a dor vier
Vais aprender a desvendar a parte fraca do que és
P'ra descobrir depois quando a luz voltar
Tens um jardim a procurar
Que precisa de saber
Quanto tempo vai durar
Este muro a prender
É mais forte do que queres acreditar
E se tudo vai com o vento a escorrer
Não sou eu que vai lutar agora

Se eu não for quem vai ser
Se eu não for quem vai
Ter o teu melhor
Se eu não for quem vai seguir a tua mão
E levar-te com o sol
Eu sei

E levar-te com o sol
Eu sei

Se eu não for quem vai ser
Se eu não for quem vai
Ter o teu melhor
Se eu não for quem vai seguir a tua mão
E levar-te com o sol
Eu sei"

... aceitar, aceitar, aceitar...

... gotta work on this...

quinta-feira, novembro 25, 2010

... e o dia não podia acabar melhor...

... finalmente encontrámo-nos no skype e falámos... foi tão, mas tão bom ouvir-te, ver-te, ouvir o teu riso... que saudades! Ai que saudades!!!...

... quero tanto um bolo assim!!!...

@posypartycakes.blogspot.com

... soninho, soninho...

... tenho muito muito sono!!!... há quase uma semana que não durmo e só quero ficar logo boa para voltar à minha vidinha... logo agora que andava a dormir que nem um anjinho!!!... DAMN!!!...

... ☻...

... porque acabam de me oferecer uma flor de lavanda...

... e eu que gosto tanto e anda tão pouco por aqui...

... a tentar decidir...

... se te dou: a importância que tens para mim... ou... a importância que tenho para ti...

... a manhã não podia ter começado melhor...

... apesar de me terem acordado às seis da manhã, depois de mais uma noite mal dormida (as dores continuam!) e não terem feito o que lhes pedi... onde está o email explicativo e apaziguador da minha fúria???.... o email explicativo não chegou (grrr!!!!), mas chegou outro que me encheu de alegria e de esperança!!!... obrigada, muito muito obrigada por te interessares e me pores um sorriso (mais que rasgado!!!) na cara!!!... e para completar este meu estado de êxtase, fui beijada por um continente distante, do outro lado do Atlântico... ☻!!!...

quarta-feira, novembro 24, 2010

... porque...

... tive (tenho) saudades tuas li-te por aqui... apagas-te tanta coisa!!! Que pena... gostava de te ter lido apaixonado...

... dia de greve geral...

foto @IINDYMEDIA

... e vim trabalhar... não que não concorde. Concordo, mas custa-me, nesta altura do campeonato, ver o País a parar de novo. Quanto custará esta greve?... ainda na semana passada a zona da Expo esteve fechada devido à cimeira da NATO. Não sei quanto terá custado às empresas, mas sei que o Estado gastou seis milhões de euros em carros blindados que nem chegaram a aparecer. Não vos parece ridículo que em tempo de Crise, com o FMI a considerar Portugal à beira da falência andemos a deitar dinheiro fora?... já para não falar da visita Papal que Apenas nos custou setenta e cinco milhões de euros. Não posso conceber que um Estado laico gaste setenta e cinco milhões de euros numa visita Papal e depois aumente os impostos em tudo e mais alguma coisa em nome da Crise... posto isto, vou trabalhar que o País precisa!!!...

...

segunda-feira, novembro 22, 2010

... finalmente li-o...

“(…) Alguma vez na vida alguém lerá – esta lembrança daquela cuja memória nunca morre? (…) Se eu desaparecesse, buscarias o meu nome até ao túmulo? (…) Escreve-me tantas vezes quantas as asas dos gansos que voam para norte, nunca deixes de escrever. (…) O silêncio tem um som incrivelmente alto. (…) Mil fios de cabelo preto, emaranhado – como eles estão nos meus pensamentos, confiados e enredados. (…) a realidade pode ser mais irreal do que qualquer ficção. (…) Por que é que aquela chuva gerava tal melancolia, se no fundo eram boas as memórias que ecoava? Deve ser o recordar que é triste, concluí. A pessoa, a situação, desapareceram. (…) A chuva provocava um tédio tal, que às vezes quase não me apetecia vestir. Havia dias em que ficava no quarto o dia inteiro, embrulhada num velho casaco (…) E havia alturas em que preferia nunca o ter conhecido. (…) O pássaro grita pela fêmea no Lago [Omi]; sendo as coisas como são, também sóis livre de aportar a vários portos. (…) Do ponto de vista masculino, o ciúme é o defeito mais chocante da mulher. Do ponto de vista da mulher, não há nada pior que um homem volúvel. Chegamos à conclusão que é extraordinário que homens e mulheres continuem a relacionar-se. (…) Como a nossa afinidade fora sempre oficialmente ignorada, era difícil falar em separação. (…) «empilha a dor como se fosse lenha». (…) as relações se compõem geralmente de um que está ancorado e de outro que vagueia. (…) Às vezes é preciso uma pessoa de fora para nos mostrar o interesse da coisas que se tornam excessivamente familiares. (…) Na enseada de Isso o grau chora como eu choro; de que terá saudades? (…) Não é coisa rara ser esquecido nos tristes tempos que correm – mais triste é não ter consolo. (…) Deves amar as coisas com toda a tua alma (…) e deixa o resto ao destino. (…) Para nos aproximarmos, temos de ver o coração um do outro; se ao menos eu pudesse provar o meu amor por actos, e não por palavras. (…) Estou certo de que os demónios que não enfrentamos dentro de nós são aqueles que nos causam mais problemas. (…) No fundo, o problema era conciliar a necessidade de constância da mulher com o desejo de novidade do homem. Achava que os homens abominam as mulheres ciumentas e as mulheres receiam os homens inconstantes, mas são justamente as tendências dum género que provocam as do outro. (…) O contentamento tem em si a recompensa; a infelicidade impele-nos a desabafar. (…) Estas coisas não são só uma questão dos nossos sentimentos. Também temos de ser sensíveis ao que os outros pensam . (…) Nada como a Lua para despertar velhas lembranças. (…) Os meus pensamentos estão contigo, querido amigo, embora a duas mil léguas de distância. (…) Durante o breve tempo que contemplo fico bem, embora a cidade onde a Lua regresse fique longe, muito longe. (…) Sem uma palavra, pus os braços à volta dela e abracei-a com força, acompanhando o seu balançar e a sua dor, até que finamente ela parou. Acariciei de mansinho o seu pobre rosto, e ela consentiu. (…) Tempos houve em que a cor da flor de uma só pétala era bem-amada. Terá perdido o brilho? Para mim não. (…) Há momentos em que um poema pode alcançar a imortalidade, mas quase sempre os sentimentos que lutamos por expressar com tanta arte perdem o sentido depois de aquele a quem escrevemos ter partido. (…) Sempre tivera curiosidade em saber por que é que os homens são mais atraídos por mulheres fracas e moldáveis do que pelas talentosas e brilhantes. (…) Alguém deixa de escrever e faz-me sofrer – deixa uma floresta de saudade. (…) O destino não se comove com as nossas tristes esperanças; assim muda e obedece aquilo que esperamos. (…) Haverá algum destino que possa satisfazer-me? Aquilo que espero nem eu sei imaginar. (…) Os dias arrastam-se cheios de tédios enquanto a chuva cai, e os meus pensamentos estão enleados em melancolia como os ramos do salgueiro que chora. (…) Descobri que a solidão era muito mais fácil de suportar quando era partilhada. (…) Procuro o meu reflexo mas só vejo as minhas lágrimas melancólicas no regato, e o som da bela cascata. (…) Por que é que eu não podia aceitar as coisas simplesmente como eram e sentir-me grata? Não sabia. Como invejava as pessoas de desejos simples, que encontram motivo de alegria na vida tal como ela é! (…) Olho os céus baixos escurecidos por nuvens sem fim e o meu coração também se tolda e chove lágrimas de saudade. (…) Toda a gente reage de maneira diferente. Alguns nascem alegres, abertos e sinceros. Outros são pessimistas, nada os distrai, transformam velhas cartas em sutras, cumprem penitências e estão sempre a bater nas contas e a rezar – tudo isso me fazia arrepiar. Desejava desesperadamente ser mais generosa. Todos os dias tinha de me esforçar para não me transformar numa rabugenta presumida. (…) uma coisa depois de escrita ganha vida própria e segue o seu destino. (…) Vivo cada dia no ardor da tua falta, e agora cai a primeira neve – que derrete quando toca na minha saudade. (…) era como um barco à deriva, sacudida tanto pelas suas próprias paixões em conflito, como pelos caprichos dos seus amantes. (…) Que caminho devo seguir? Onde devo colocar-me? Sem saber a resposta, vou pesadamente existindo. (…) Num mundo sem norte, com excepção dos poemas, todas as palavras são forçadas. (…) Sendo o papel tão frágil, parece ser a única coisa que fica, depois de tudo. (…) O mais estranho é descobrir, depois de tudo isto, que ainda tenho papel – mas acho que já escrevi o suficiente. (…)”

Lisa Dalby
In “A História de Murasaki”

Sem título

Sabias ao que ia,
O que me esperava
E ris-te.
Troças, fazes pouco
Do meu medo.
Só a tua dor é válida.
É real. É sentida.
A dos outros não existe.
Não passa de exageros
De crianças grandes.
Envergonhas-me,
Quanto te dizes minha.

domingo, novembro 21, 2010

Os céus choram

Hoje, os céus
Juntam-se a mim
Neste meu pranto.
Também eles
Sentem a tua falta.

Murasaki

Neste leito enfermo,
Consola-me apenas
Murasaki e as suas histórias.

Sem título

Afastaste sem porquê.
Não me queres ver.
Não me queres falar.
Foges.
O meu orgulho, ferido,
Fala mais alto e,
Também eu, não te procuro.
Que não me queiras,
Aceito... Triste...
Mas preciso que me digas.
Preciso de uma razão!
Preciso de um fim!
Dá-me um Fim!

...

... elogiaste os meus desenhos... nunca o fizeras... nunca lhes deste importância...

Sem título

O Tempo por nós parece não passar.
Uma história parece não ter acontecido.
Nós, parecemos não ter vivido,
Não termos sido Um, outrora.
Continuamos vivendo lado a lado. Não juntos,
Na desculpa do Tempo, da Ajuda.

Sem título

Como um boneco me guardas
Lá bem alto no armário,
Lá bem fundo na prateleira.
Por detrás de todos os outros.
Bem escondido. Para que ninguém me veja.
Serei eu o teu preferido?
Ou aquele que te envergonha?

Sem título

Questiono meu coração
O porquê da tua falta,
Se nunca te teve.

sábado, novembro 20, 2010

...

... é pura e simplesmente horrível esta sensação de impotência! Odeio!!!... ao menos hoje está sol e consigo ver o céu azul da cama... e tu ainda não me ligaste...

sexta-feira, novembro 19, 2010

terça-feira, novembro 16, 2010

... as coisas que eu encontro (!)...


... como é que tiro o oceano do meio?...

... infelizmente...

... há uma coisa que não podes apagar: as memórias... podes apagar o número de telefone, os emails, as mensagens. Podes mudar de casa, de cidade de país. De nome até... mas as memórias não. A saudade não. A falta que te faz é inevitável. Angustiante. Manténs-te firme. Não choras. Não procuras. Tentas substituir... não resulta... do nada lembraste... um cheiro, um sabor, uma palavra, uma música, alguém parecido... não há ninguém parecido... dizem-te que o tempo cura. Mentira. Tu sabes. Não é a primeira vez. Silencia. Adormece... volta sempre ao mesmo... deixa, um dia destes vais encontrar alguém que goste realmente de ti e que não tenha medo de o dizer ao mundo. Enquanto isso, tens-me a mim...

... porque, porque, porque...

... porque quando um não quer, dois não fazem... porque não se decide... porque não sabe o que quer... porque tem medo... porque hoje chove e amanhã faz frio... porque não podes ser sempre tu... porque não podes gostar pelos dois... porque não podes querer pelos dois... porque por isto, por aquilo e acoloutro... desculpas, desculpas, desculpas...

terça-feira, novembro 09, 2010

...

... quero tanto, mas TANTO...muito... mesmo...

... gosto tAnto!!!...

...

... confesso que até eu me arrepio com os what if  macabros que me passam pela mente. Sim (!), tenho uma capacidade incrível para fazer filmes. O pior é que, ultimamente, têm passado de hipóteses remotas, que só esta minha linda cabecinha incrivelmente fantasiosa imagina, a factos. Das duas, uma: ou eu desenvolvi capacidades premonitórias, ou esta malta está cada vez mais estranha... de qualquer modo, acho que vou seguir o conselho da loura e jogar no euromilhões!...

... e ontem foi assim...

quinta-feira, novembro 04, 2010

… todas as mulheres deveriam ter um prosa na sua vida…

… sabem como é, um prosa?... um prosa é aquele homem que gentilmente te põe a mão na cintura e te leva para o meio da pista. Que te agarra nos braços, os coloca no seu pescoço e te sussurra ao ouvido: és linda! e depois te olha nos olhos de sorriso rasgado em jeito de confirmação. Um prosa é assim, alguém que te faz sentir linda, querida, desejada, mulher. Que te promete este mundo e o outro, que te leva no swing do corpo, no calor das palavras… um prosa é sempre galante. Tem sempre um sorriso lindo, um brilho nos olhos e sabe sempre, mas sempre dançar (todos os homens deveriam saber dançar. As mulheres adoram dançar…). Um prosa tem um toque suave, mas firme, um perfume perturbador e olha-te sempre nos olhos quando fala. Um prosa respeita sempre o teu espaço, deixando que sejas tu a dar o passo seguinte. Óbvio que te guia, te leva lá, mas ao teu tempo… Sim, um prosa é muito parecido com um apaixonado. A diferença é que a paixão de um prosa é coisa de uma noite, de uma visita à cidade. A diferença é que de um prosa não podes esperar mais nada a não ser elogios, promessas, noites ardentes. A diferença é que de um prosa não virá um futuro, apenas presente… um prosa pertence ao mundo e não a ti. E se tiveres isto bem consciente, um prosa é o melhor trunfo que podes ter. Aquele trunfo que sacas da manga quando te sentes em baixo e ligas e ouves do outro lado: oh, minha princesa! Que saudades!!!...

O Mundo

Do Mundo sou.
Ao Mundo me entrego.

Com toda a minha fome,
Com toda a minha sede,
Os seus caminhos percorrerei,
Saboreando os seus encantos.

Só o Mundo pode saciar
Este meu desejo de Viver

... ready...



"There’s only so much you can learn in one place
The more that I wait, the more time that I waste

I haven’t got much time to waste, it’s time to make my way
I’m not afraid of what I’ll face, but I’m afraid to stay
I’m going down my own road and I can make it alone
I'll work and I'll fight, Till I find a place of my own (...)"

quarta-feira, novembro 03, 2010

... até poderia dizer...

... que estou espantada, mas não. Já previa... mas fico muito triste que alguém, que tem sido tão meu amigo e ajudado tanto, não tenha coragem de me dizer na cara que não... ele foi o meu erro... tu és a minha desilusão... adeus...

terça-feira, novembro 02, 2010

... I'm back...

... à vida social, pelo menos (fuck, que fim-de-semana!). Ao resto. Ao resto nem por isso. E não é por falta de tentar. Não. Tenho tentado. Sério que tenho, mas. Mas não dura mais do que meros dias, horas. O interesse vai, ainda mais depressa do que vem. Hum.... 

...

... "(...) entre por essa porta agora e diga que me adora, você tem meia hora pra mudar a minha vida (...)"

Adriana Calcanhoto
in "Vambora"

... talvez isto me prendesse a atenção...

... seis da tarde...

... e está noite cerrada... DETESTO O INVERNO!!!...