quinta-feira, dezembro 16, 2010

... não quero...

... não preciso que me compreendas. Quero, preciso apenas, só, que me aceites... que aceites a minha loucura, a minha insegurança, a minha dúvida... que me respondas, por mais idiotas que as perguntas possam parecer. Sabes que preciso, que tenho de, de saber. Como tudo funciona. Como tu funcionas. O porquê. O porquê de nós... do não nós... que venhas, que me agarres, que me digas que sou uma tonta e gostas de mim... mas que faças... é demais? Sou demais? Então vai!... vai, mas diz que vais. Dá um fim. Diz chega!... e não voltes...

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